Segundo a IRGC, a condição inicial para a aceitação de um cessar-fogo na guerra regional sempre foi a implementação da trégua em todas as frentes, incluindo o Líbano. O grupo afirmou que Israel deve interromper imediatamente as operações militares contra o território libanês, retirar-se das áreas ocupadas e reconhecer a integridade territorial do país. "Não haverá estabilidade na região sem a retirada dos territórios ocupados do Líbano", declarou.
O comunicado também traz críticas a Israel e aos Estados Unidos. A Guarda Revolucionária acusou o governo israelense de continuar promovendo ataques contra civis e afirmou que as condenações de organismos internacionais não tiveram efeito sobre a conduta de Tel Aviv. Segundo o texto, as iniciativas americanas sob o argumento de promover a paz resultaram apenas em "mais crimes e genocídio".
A corporação militar iraniana ainda declarou que Israel tenta compensar supostos fracassos militares por meio da destruição de casas, hospitais e escolas no Líbano e nos territórios palestinos. O comunicado sustenta que o povo libanês não aceitará que Israel obtenha por meio de acordos diplomáticos, com apoio dos Estados Unidos, objetivos que não teria conseguido alcançar no campo de batalha.
(Com Agência Estado)
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