A produção média de 828,6 mil barris de óleo equivalente por dia (boe/d) em 2025, sendo 80% proveniente de poços do pós-sal brasileiro, ficou abaixo dp 1 milhão de boe/d no início dos anos 2000 e do pico de 1,94 milhão de boe/d em 2011.
"Ainda que o amadurecimento natural dos campos seja um fator relevante, a intensidade dessa retração está diretamente associada à redução dos investimentos em exploração e produção (E&P) e em atividades exploratórias", diz a análise a partir de informações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Em 2025, foram perfurados seis poços exploratórios na Bacia de Campos, o que corresponde a 32% do total perfurado no país e 60% dos poços perfurados no offshore.
Em dezembro, a Bacia de Campos possuía 39 plataformas em operação, sendo, 18 eram do tipo flutuante (FPSO). As estruturas não fixas responderam por 66,1% da produção na região.
Petrobras, Prio, Shell, Trident Energy, Brava Energia e a Perenco foram as principais operadoras da bacia no último ano. Na condição de operadora, a Petrobras foi responsável pela produção de 70,4% no período (583,3 mil boe/d).
A produção da estatal na bacia avançou 21,4% em base anual. Por outro lado, as demais petroleiras registraram o terceiro ano consecutivo de queda na produção, que recuou de 338 mil boe/d em 2023 para 299 mil boe/d em 2025.
(Com Agência Estado)
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