Política Sábado, 16 de Abril de 2011, 23:53 - A | A

Sábado, 16 de Abril de 2011, 23h:53 - A | A

SUCESSÃO 2012

Bezerra, Salles e Wellignton costuram aliança para eleição de Rondonópolis

Concretização da coligação entre PMDB, PR e PSDB isolaria o atual prefeito José do Pátio, que poderia disputar reeleição, mas não conta hoje com apoio do seu próprio partido

 

SECOM/MT
Carlos Bezerra e Wellington buscam Rogério Salles para aliança em Rondonópolis
Reunião realizada semana passada em Rondonópolis entre lideranças de PMDB, PR e PSDB pode ter sido o pontapé para uma tríplice aliança com vistas à sucessão municipal de 2012.

Os deputados federais Carlos Bezerra e Wellington Fagundes, mais o ex-governador Rogério Salles, respectivamente, começaram a costurar entendimento para que saia das três siglas o nome do candidato a prefeito de Rondonópolis no ano que vem.

“O Rogério já se colocou como candidato e apesar de o Bezerra tê-lo convidado para ir para o PMDB, ele disse do PSDB não sai”, informou Wellington Fagundes, acrescentando que isso não seria impeditivo para que haja um entendimento entre as três siglas.

Isso, concretizando-se, caracteriza a falta de sintonia do atual prefeito da cidade, José Carlos do Pátio, com o presidente e maior líder do partido no Estado, Carlos Bezerra, pois nesse contexto Pátio deixaria de ser o candidato natural à reeleição pela sigla.

“É, parece que não está havendo harmonia entre eles lá não”, disse Fagundes.

A reportagem do Hipernotícias tentou falar com Bezerra por telefone, mas o celular dele estava desligado.

Todavia, Wellington informou que nos próximos dias estará sendo feita uma pesquisa qualitativa, encomendado por PR e PMDB, para avaliação do cenário em Rondonópolis. Essa pesquisa, conforme o parlamentar, poderá ser estendida aos municípios pólos do Estado, como Cuiabá e Várzea Grande.

Na capital os republicanos têm no deputado Sérgio Ricardo “o nome mais viável devido à expressiva votação que ele obteve em 2010”, mas para que isso se consolide como pré-candidatura, “o Sérgio tem que chegar para o partido e dizer oficialmente que quer ser candidato”.

 

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Fagundes disse que Ricardo está indeciso e se ele disser ‘eu sou candidato’ o partido fecha questão”, admitindo que um dos motivos dessa “indecisão” seria a intenção de Sérgio de ocupar uma vaga no Tribunal de Contas, como indicado da Assembléia Legislativa.

DORILEO LEAL

O diretor-presidente do Grupo Gazeta de Comunicação, João Dorileo Leal, foi de fato convidado a se filiar no PR, mas segundo quem o convidou, para tentar construir uma candidatura assim como os demais nomes me potencial.

“Eu o chamei para vir para o partido discutir uma candidatura, ou seja, para disputar espaço, já que quem vai definir mesmo é a convenção”, salientou Fagundes.

Conforme o dirigente do PR, há em Cuiabá outros nomes em potencial como o da ex-secretária de Trabalho, Emprego e Cidadania, Terezinha Maggi, que há alguns anos transferiu o título eleitoral dela para a Capital.

Advertido se a o marido dela, senador Blairo Maggi, também do PR, consentiria uma possível candidatura de Terezinha, Fagundes foi ponderado: “Tudo bem, mas nós fizemos o convite”.

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