"Está claro que a Argentina, decididamente, busca maior flexibilidade dentro do Mercosul. Por diferentes razões, o acordo com a União Europeia demorou mais de 25 anos para ser assinado. Com os Estados Unidos, demorou um pouco mais de um ano. Nós não temos tempo a perder", afirmou o ministro.
Quirno enfatizou que o acordo sobre "minerais críticos" com os Estados Unidos dá "maior previsibilidade" às empresas "que já são as principais investidoras" na Argentina. No entanto, indicou que "isso não implica que a China não possa participar".
O porta-voz presidencial Manuel Ardoni celebrou o acordo com os Estados Unidos na ocasião. "É para todas as 24 províncias argentinas e seus 47 milhões de cidadãos."
Segundo ele, a medida "implica um novo e enorme mercado para as empresas" e "poderia quintuplicar suas exportações de carne", além de "consolidar a liderança regional".
Adorni afirmou que a medida elimina tarifas recíprocas para 1675 produtos. "A Argentina está mostrando à América Latina que o caminho é o capitalismo e o livre comércio, não o estatismo", concluiu.
(Com Agência Estado)
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