O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), afirmou que a Prefeitura registrou boletim de ocorrência contra a médica acusada de tentar vender o medicamento injetável Monjaro para a paciente Viviane Siqueira Santana. Abilio evitou mencionar o nome da profissional e minimizou a situaçã, ressaltando que: “recomendar é diferente de vender”.
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Mounjaro é um medicamento injetável frequentemente receitado para o tratamento de diabetes tipo dois e obesidade/sobrepeso. Em entrevista realizada nesta quarta-feira (25), Brunini declarou que talvez a intenção da profissional de saúde seria recomendar e não vender a caneta à Viviane, mas que iria investigar o caso. O episódio chegou ao conhecimento do prefeito na segunda-feira, depois que a paciente interrompeu o discurso dele para fazer a denúncia.
“Ofertar uma receita ou um medicamento para tratamento de saúde é diferente de vender. Eu não posso dizer por ela e nem qual a intenção dela ter feito isso, mas o cuidado que eu tenho que ter é o seguinte, naquele momento que ela faz uma acusação grave como aquela, vamos fazer investigação”, explicou o prefeito da capital.
Abilio também afirmou que: “provavelmente [a médica] está certa, porque a paciente tendo um tratamento com perda de peso pode melhorar o seu quadro de saúde sim”. O gestor complementou que ainda não há nenhum indício de tentativa de venda irregular do medicamento e que após a entrevista, Viviane não aceitou prestar queixa.
“Quando terminou aquela entrevista a gente foi chamar aquela paciente para fazer o boletim de ocorrência e ela não quis ir fazer, mas nós fizemos o registro. Agora cabe à polícia entender se é necessário chamar a paciente e investigar, nossa parte a gente fez ", ressaltou.
Viviane Siqueira afirmou que frequentava o pronto atendimento há três meses por conta de dores crônicas, para as quais eram receitadas medicações intravenosas. O prefeito concluiu a entrevista confirmando que ela havia passado por diversos médicos na rede municipal de saúde, mas considerou a acusação “muito vazia” e prejudicial para a população que tem “problemas reais”.
“Essa paciente passou pelo mínimo cinco cinco médicos profissionais dentro das UPA. Não tem como você saber qual foi o médico que ela está acusando, ela não cita o nome do médico. Então essa acusação muito vazia que ela fez, eu acho que prejudica as acusações graves, as acusações sérias. Pacientes que passam problemas reais, pacientes que realmente tem denúncias reais para se fazer”, finalizou.
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