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Justiça Terça-feira, 28 de Abril de 2026, 18:01 - A | A

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Terça-feira, 28 de Abril de 2026, 18h:01 - A | A

EM CUIABÁ

Justiça mantém prisão de enfermeira que se passava por médica em clínica estética

Magistrado destacou que prisão domiciliar anterior não foi suficiente para frear conduta de Poliana Rodrigues da Silva; investigada tentou abrir nova clínica após interdição da Vigilância Sanitária

BIANCA MORTELARO
Da redação

A persistência em atividades ilícitas, mesmo sob vigilância judicial, levou o Núcleo de Justiça 4.0 de Cuiabá a manter a prisão preventiva da enfermeira Poliana Rodrigues da Silva. A decisão, proferida pelo magistrado Cássio Leite de Barros Netto durante audiência de custódia na última sexta-feira (24), se fundamentou no fato de que medidas cautelares anteriores, como a prisão domiciliar, não foram suficientes para impedir que a acusada continuasse a exercer ilegalmente a medicina.

À frente da clínica "Fábrica dos Glúteos", localizada no bairro Jardim Europa, Poliana é investigada por expor pacientes a riscos severos de morte e deformidades. Segundo a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), a enfermeira realizava procedimentos invasivos privativos de médicos, como aplicação de Plasma Rico em Plaquetas (PRP), ozonioterapia e soroterapia, utilizando produtos vencidos ou sem registro na Anvisa, como toxinas botulínicas de origem sul-coreana.

LEIA MAIS: Enfermeira é presa se passando por médica em clínica de estética de Cuiabá

O enfermeira ainda se autointitulava "Dra. Poliana" nas redes sociais. As investigações apontam que, mesmo após a interdição de seu estabelecimento pela Vigilância Sanitária, ela continuou realizando atendimentos clandestinos em outros endereços e chegou a tentar abrir uma nova unidade sob outro nome, ignorando as ordens das autoridades.

O histórico da acusada também pesou na manutenção da custódia: no momento desta nova prisão, ela já fazia uso de tornozeleira eletrônica em decorrência de antecedentes criminais por tráfico de drogas.

Diante do risco de reiteração criminosa, a Justiça determinou, além da prisão, a suspensão de seu registro profissional junto ao Coren-MT, o bloqueio de suas redes sociais e a suspensão do CNPJ de sua empresa. O Ministério Público agora deverá se manifestar sobre os documentos da defesa antes de uma nova análise do pedido de liberdade.

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