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Justiça Segunda-feira, 27 de Abril de 2026, 20:03 - A | A

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Segunda-feira, 27 de Abril de 2026, 20h:03 - A | A

EM NOVA MUTUM

Padrasto é condenado a mais de 17 anos de prisão por estupro de vulnerável

Réu utilizava a relação de confiança para abusar da criança dentro de casa; perícia técnica no celular do condenado confirmou armazenamento de arquivos com cenas de abuso

BIANCA MORTELARO
Da redação

Um homem foi condenado a 17 anos, oito meses e 22 dias de prisão, em regime fechado, pelos crimes de estupro de vulnerável e posse e armazenamento de material pornográfico envolvendo crianças e adolescentes em Nova Mutum (a 248 km de Cuiabá). A decisão foi assinada pela juíza Ana Helena Alves Porcel Ronkoski, da 3ª Vara Criminal da comarca, no último dia 10 de abril.

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De acordo com os autos, o réu era padrasto da vítima e, entre maio e 16 de agosto de 2025, abusou sexualmente da criança dentro da própria casa onde viviam. A investigação apontou que ele usou a relação de confiança e o convívio familiar para praticar os atos reiteradamente, o que foi considerado um agravante no cálculo da pena.

Durante o processo, testemunhas e perícias técnicas confirmaram tanto a materialidade dos abusos quanto a autoria dos crimes. Além disso, exames no celular do condenado revelaram arquivos com cenas de abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes.

A promotora Ana Carolina R. Alves Fernandes de Oliveira, que atuou no caso, denunciou o homem ao Ministério Público. Na sentença, a juíza destacou a gravidade das condutas, o altíssimo grau de reprovabilidade e o impacto devastador sobre a vítima.

Além da pena de prisão, o réu foi condenado ao pagamento de multa e indenização por danos morais.

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