O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) afirmou que o Samu não será extinto em Cuiabá, mas sim integrado ao Corpo de Bombeiros por meio de um termo de cooperação técnica. A declaração foi dada em meio a um cenário de mudanças concretas no serviço móvel de urgência da capital, após demissões em massa.
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"Vai fazer um termo de cooperação. Vai juntar, uma união. Não vai tirar o Samu", disse Pivetta ao ser questionado sobre um possível processo de extinção.
Segundo o governador, o modelo de integração já é adotado em todo o interior de Mato Grosso, onde os bombeiros executam os atendimentos de urgência.
"O Samu é só aqui, né? Só em Cuiabá", reconheceu ele, ao mesmo tempo em que elogiou a força da marca Samu junto à população. "É respeitável. Chama o Samu. É muito realmente, mas só tem aqui em Cuiabá", completou.
Pivetta também anunciou o plano de criar novas unidades da corporação na região metropolitana, incluindo uma no bairro Pedra 90, para garantir maior rapidez no atendimento.
"Estamos planejando mais uma unidade para justamente não falhar nunca nessas operações e ter mais rapidez, mais celeridade", disse.
As declarações do governador, ocorrem em meio a medidas concretas de desmobilização da estrutura atual do Samu na capital. Em meados de março, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) oficializou o desligamento de 56 profissionais do serviço, sendo 22 enfermeiros, 24 técnicos de enfermagem e 10 condutores.
À época, a gestão estadual justificou a medida com base na integração ao Corpo de Bombeiros Militar, iniciada no ano passado, alegando que a parceria permitiu ampliar a frota de 9 para 20 ambulâncias em Cuiabá, além de reduzir o tempo de resposta aos chamados em 36%. Segundo o governo, a melhoria nos indicadores tornaria a manutenção do antigo quadro de pessoal desnecessária sob o novo modelo de gestão unificada.
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