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Política Segunda-feira, 20 de Abril de 2026, 11:08 - A | A

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Segunda-feira, 20 de Abril de 2026, 11h:08 - A | A

SÓ NOVE ENTRARÃO

Federação abandona ‘cota por partido’ e montará chapa com foco em voto, diz Rosa Neide

Segundo a ex-deputada, não haverá três candidatos por partido como em 2022 e a esquerda está focada em quem "soma mais votos"

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

A ex-deputada federal Rosa Neide (PT) disse que a Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB) tem 12 nomes para a chapa à Câmara dos Deputados e que serão priorizados os nove com maior capacidade de puxar votos. Para não amargar a derrota de 2022, a esquerda recalculou a estratégia e neste pleito os partidos abriram mão de cada um indicar três candidatos. Segundo a ex-deputada a "discussão é harmoniosa".

"Estamos fechando cada situação, conversando com os companheiros para a gente fechar os nove nomes com foco na eleição e nos votos, não na questão de que é do partido A ou B. Está muito tranquila essa relação", falou a ex-deputada à imprensa.

Na última eleição a deputado, a federação tentava fazer funcionar o acordo nacional, pautando as escolhas na igualdade. Em Mato Grosso, por exemplo, foi preservada a definição dos pré-candidatos a partir da indicação dos delegados. O objetivo era manter o grupo unido para não dividir os votos do presidente Lula (PT). Com Lula eleito, a prioridade mudou e os diretórios começaram a pensar mais em seu próprio fortalecimento.

Em Mato Grosso, a federação aprendeu com a candidatura de Rosa Neide que o voto em grupo é o que conta na eleição. A ex-deputada contabilizou o maior número de votos no estado, mas não foi empossada pois a federação não atingiu o quociente eleitoral. A experiência traumática motivou a esquerda a trazer nomes de peso à chapa de federais. A meta é fazer duas cadeiras ou até três, considerando as sobras.

"Nós estamos em uma discussão muito harmoniosa, os nomes que sobrarem, o convencimento é para ir para a chapa de estado. Não tem essa disputa, três para cada um, como a gente fez da outra vez. A análise está sendo cada nome, para o nome que soma mais votos. A gente junta um grupo, faz uma avaliação qualitativa das possibilidades da região que a pessoa está e aí a gente vai avaliar até o final", detalhou Rosa Neide. 

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