O Poder Judiciário manteve a prisão do vereador por Barra do Bugres, Laércio Noberto Júnior (PL), de 53 anos, conhecido como “Júnior Chaveiro”. Ele foi preso preventivamente neste sábado (25), em um condomínio no bairro Porto, em Cuiabá. A prisão ocorreu em cumprimento a um mandado expedido pela 3ª Vara Criminal e Cível de Barra do Bugres por violência doméstica.
O parlamentar passou por audiência de custódia neste domingo (26), na Capital, e decisão manteve a validade da detenção e determinou sua transferência para uma unidade prisional.
Júnior Chaveiro é investigado por agressões contra a esposa, incluindo relatos de cárcere privado. O caso ganhou repercussão nos últimos dias e também teve desdobramentos na esfera política, com o afastamento do vereador da presidência da Câmara, suspensão do mandato por 90 dias e corte de remuneração, aprovados em sessão extraordinária.
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Após ter um pedido de prisão inicialmente negado, a Justiça expediu um mandado de prisão preventiva contra o parlamentar, que era procurado pela polícia. A prisão foi efetuada por policiais militares do 1º Comando Regional após o recebimento de informações sobre o paradeiro do suspeito na avenida 8 de Abril.
Júnior Chaveiro era procurado por uma agressão ocorrida na madrugada do dia 19 de abril, em Barra do Bugres, contra sua companheira, que apresentava diversas lesões pelo corpo no momento da denúncia. Diante da gravidade dos fatos e do mandado em aberto, o vereador foi detido sem resistência e encaminhado inicialmente à delegacia para o registro da ocorrência.
Na deliberação, o juiz ordenou que o Juízo de origem em Barra do Bugres fosse comunicado oficialmente para o prosseguimento do processo principal e determinou que o diretor da unidade prisional de destino fosse informado sobre o cargo público ocupado pelo detento, visando garantir a segurança e os procedimentos de praxe.
Com a manutenção da prisão confirmada na audiência de Cuiabá, o parlamentar segue à disposição da Justiça, enquanto o processo de violência doméstica avança na comarca onde o crime foi registrado, podendo resultar em desdobramentos administrativos no Legislativo municipal.
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