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Polícia Terça-feira, 28 de Abril de 2026, 09:53 - A | A

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Terça-feira, 28 de Abril de 2026, 09h:53 - A | A

ACOLHIDA PELO CONSELHO TUTELAR

Pai culpa filha de 12 anos por separação e espanca menina com pauladas

Menina encaminhada pelo conselho tutelar e acolhida por casa lar, pai não foi localizado

ANNA GIULLIA MAGRO
DA REDAÇÃO

Uma menina de 12 anos de idade foi resgatada pela Polícia Militar e pelo Conselho Tutelar em Jaciara (147 km de Cuiabá), nesta segunda-feira (27), após revelar ter sido agredida fisicamente pelo próprio pai com um pedaço de pau. Ele a culpa pela separação da mãe. O caso foi descoberto quando a menor chegou à Escola Militar Tiradentes com o antebraço enfaixado, levantando a suspeita dos militares da unidade escolar. 

Além dos hematomas causados pela agressão sofrida no último sábado (25), a criança apresentava sinais de automutilação, que ela confessou ter praticado contra si mesma em decorrência do abalo emocional.

Ao ser questionada pelos policiais da escola, a vítima mostrou diversos hematomas pelo corpo e relatou que o pai a agrediu em um momento de fúria. Segundo o depoimento da menor, o agressor atribui a ela a culpa pela separação da mãe, utilizando essa justificativa para os episódios de violência. 

Sobre o ferimento no braço, coberto por uma atadura, a aluna explicou que se tratavam de cortes provocados por ela mesma com um instrumento cortante. Após o crime, o suspeito teria saído da residência com destino a Cuiabá, onde trabalha, não sendo localizado até o fechamento do boletim de ocorrência.

Diante da gravidade da narrativa, o Conselho Tutelar foi acionado imediatamente para acompanhar a entrevista com a vítima e garantir sua proteção. O órgão decidiu pela condução da menina até o "Lar Recanto Feliz", onde ela receberá acolhimento e suporte psicossocial. 

A medida visa retirar a criança do ambiente de risco, especialmente diante da instabilidade emocional demonstrada pelos sinais de automutilação e pelo histórico de violência doméstica relatado pela estudante aos militares.

O caso foi registrado como lesão corporal consumada e as informações foram encaminhadas à Polícia Civil para a abertura de inquérito e adoção das providências legais. A escola reforçou que mantém vigilância constante sobre o bem-estar dos alunos, sendo o olhar atento dos militares fundamental para interromper o ciclo de agressões. 

O paradeiro do pai da vítima segue sob investigação das autoridades, que devem intimá-lo para prestar esclarecimentos sobre as agressões cometidas contra a filha de 12 anos.

 

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