Uma mulher de 37 anos denunciou ter sido mantida em cárcere privado e submetida a condições análogas à escravidão em Sinop (a 480 Km de Cuiabá), neste domingo (26). A suspeita é a proprietária de um estabelecimento comercial localizado na Rua das Violetas, setor comercial da cidade.
De acordo com a Polícia Militar, a vítima relatou que trabalhava há quatro meses no comércio sem carteira assinada e estava há dois meses sem receber salário, vivendo apenas em troca de moradia e alimentação. Ela afirmou que, após ser acusada de desviar dinheiro, foi agredida pela suspeita e por uma amiga, além de ser proibida de sair de uma quitinete sob ameaças de morte.
A vítima disse ainda que teve o celular confiscado e que as agressões foram registradas por câmeras de segurança da própria suspeita. No momento da abordagem, policiais constataram hematomas pelo corpo da vítima.
A suspeita negou as acusações e afirmou que não houve cárcere privado nem agressões. No local, foram apreendidos DVRs de câmeras de segurança, celulares e um caderno com registros de valores que, segundo a suspeita, seriam desvios cometidos pela vítima.
As duas mulheres foram conduzidas à delegacia para esclarecimentos. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.
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