Os faccionados alvo da Operação Codinome, deflagrada nesta segunda-feira (27) pela Polícia Civil, vigiava o território do grupo criminoso por meio do compartilhamento de vídeos e fotos no WhatsApp. Segundo o inquérito, o sistema era rigoroso com foco nos cerca de 30 bairros de Cáceres onde a quadrilha estava presente. Eles registravam ininterruptamente a entrada e saída de civis, policiais e de membros de faccçãoes rivais.
Foram identificadas 35 pessoas que estavam associadas a estrutura hierarquizada, com clara divisão de tarefas, com a finalidade de cometer tráfico de drogas e crimes violentos no município de Cáceres. Os criminosos que atuavam nas ruas recebiam ordens de dentro da prisão. Parte deles tinha ligação com a 'Princesa', que foi alvo da “Operação Coroa Quebrada” e possuía a função de gerente regional.
A investigação da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) e da Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes de Fronteira iniciou em julho de 2025.
São cumpridos cinco mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão, em Cuiabá, Cáceres, Mirassol D’Oeste, Várzea Grande e Primavera do Leste, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias, após manifestação célere e favorável do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Cáceres.
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