Segundo a agência de classificação de risco, a mudança para estável reflete a avaliação de que a força econômica e fiscal do país asiático será "resiliente aos desafios domésticos em curso, bem como aos de comércio e geopolítica".
A reafirmação do rating A1, por sua vez, leva em conta que a economia chinesa é extremamente grande e diversificada, além de mostrar capacidade superior de inovação - refletida no aumento da competitividade em setores de maior valor agregado -, o que compensa as pressões do envelhecimento demográfico, disse a Moody's em comunicado nesta segunda-feira.
A agência prevê também que o crescimento do PIB chinês desacelerará apenas gradualmente no médio prazo, graças à competitividade e à resiliência das exportações chinesas a mudanças rápidas no ambiente global de comércio.
A Moody's avalia ainda que as políticas governamentais de Pequim, que priorizam investimentos em setores de alta produtividade e lidam com desequilíbrios de oferta, devem melhorar a eficiência do capital.
"Esperamos que os formuladores de políticas conduzam o processo de resolução da dívida de governos regionais e locais de forma controlada, mesmo com o aumento da dívida do governo geral, diante do substancial apoio de políticas à economia", diz o comunicado.
(Com Agência Estado)
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