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Polícia Domingo, 26 de Abril de 2026, 11:11 - A | A

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Domingo, 26 de Abril de 2026, 11h:11 - A | A

''CARA DE QUEM USA DROGA''

Casal é levado à delegacia após mulher denunciar injúria racial e ameaças em bar de Cuiabá

Vítima de 32 anos relatou que foi associada ao uso de drogas por ser negra e ainda sofreu intimidações e deboches enquanto aguardava a chegada da Polícia Militar

SILVÉRIO ALMEIDA
da Redação

Uma mulher de 32 anos denunciou ter sido vítima de injúria racial e ameaça durante a madrugada deste sábado (26), em um bar de Cuiabá. Um homem de 19 anos e uma mulher de 25 anos foram encaminhados à Central de Flagrantes após a confusão.

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De acordo com a Polícia Militar, a equipe foi acionada pelo Ciosp por volta das 2h20 para atender uma ocorrência de racismo no local.

A vítima contou que estava no bar quando o suspeito se aproximou e perguntou se ela tinha drogas. Ela respondeu que não. Antes de se afastar, o homem voltou a insistir e disse que ela era a única pessoa no local com “cara de quem tinha droga”.

Ao ser questionado sobre o motivo da acusação, ele citou a aparência dela e o fato de estar com o olho inchado. A mulher então perguntou se ele estava fazendo aquela associação por ela ser negra. Neste momento, segundo o relato, o suspeito pediu desculpas.

Depois disso, o homem retornou para a mesa onde estava com a companheira. Pouco tempo depois, a mulher dele foi até a mesa da vítima e passou a fazer ameaças, dizendo que “acabaria com a vida” dela e também das pessoas que estavam ao lado tentando defendê-la.

Ainda conforme a denúncia, a suspeita começou a falar com outras pessoas no bar, afirmando que a vítima não sabia o que era racismo e que deveria “procurar tratamento”.

Enquanto aguardava a chegada da viatura, a vítima relatou que os dois continuaram fazendo deboches e provocações.

Os policiais localizaram o casal e encaminharam os suspeitos, junto com a vítima e testemunhas, para a Central de Flagrantes, onde o caso foi registrado e serão adotadas as medidas cabíveis. Segundo a PM, não foi necessário o uso de algemas e os suspeitos não apresentavam lesões.

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