Terça-feira, 04 de Agosto de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Justiça Terça-feira, 04 de Agosto de 2026, 09:33 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Terça-feira, 04 de Agosto de 2026, 09h:33 - A | A

LAST FLIGHT

Justiça manda devolver carro apreendido com braço direito de WT ao verdadeiro proprietário

Veículo permanecia registrado em nome de Renan Freire Borman, mas juiz concluiu que o automóvel havia sido vendido anos antes e foi adquirido de boa-fé

ANDRÉ ALVES
Da Redação

André Alve / HNT

Comando Vermelho

O pelo juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, determinou, nesta segunda-feira (3) a retirada definitiva das restrições judiciais sobre um Fiat Palio Weekend Adventure que havia sido apreendido durante a Operação Last Flight. O veículo estava registrado em nome de Renan Freire Borman, um dos investigados na operação sobre uso de aeronaves para tráfico de drogas vindas da Bolívia e uso de pistas clandestinas em Mato Grosso.

A decisão acolheu os embargos de declaração apresentados por Ademirson Pedroso de Barros como sendo o verdadeiro dono do veículo e não Renan. Em julho, a Justiça havia negado a devolução de outro veículo registrado em nome de Renan a suposta verdadeira dona por falta de “provas robustas”. Além da Last Fligth, Renan também é investigado com outas operações como a Apito Final e apontando domo um dos braços direitos de Paulo Witer Farias Paelo, o WT.

Ao reformar a sentença anterior, o magistrado reconheceu que documentos apresentados antes do julgamento não haviam sido analisados e concluiu que o proprietário comprovou ter adquirido o veículo de boa-fé, por meio de negócio oneroso e anos antes da decretação do sequestro judicial.

Na decisão, o juiz apontou que a sentença original havia considerado inexistente prova da aquisição onerosa do automóvel, mas deixou de analisar documentos protocolados previamente pela defesa. Entre eles estavam contratos particulares com firmas reconhecidas em cartório e um extrato atualizado do Detran-MT.

LEIA MAIS: Justiça nega pedido e Voyage ligado a braço direito de 'WT' segue apreendido

A documentação revela que, em outubro de 2017, o veículo foi negociado por meio de contrato particular entre M. V. G. S. e E. da S. A.. Apesar da negociação, o automóvel permanecia registrado em nome de Renan Freire Borman, circunstância que levou à sua apreensão durante a Operação Last Flight.

Posteriormente, E. da S. A. utilizou o veículo como parte do pagamento pela compra de um imóvel pertencente a A. P, de B. em Barão de Melgaço (110 km de Cuiabá). O imóvel foi vendido por R$ 107 mil, e o carro integrou o valor da entrada do negócio.

“A cadeia contratual acostada aos autos evidencia que o veículo já não se encontrava sob a disponibilidade fática do investigado desde, ao menos, outubro de 2017, quando foi objeto de negócio jurídico formalizado por instrumento particular com firma reconhecida, e que sua transmissão ao embargante, em agosto de 2019, decorreu de negócio oneroso, mediante dação em pagamento de parte do preço de imóvel de propriedade do próprio embargante, e não de mera liberalidade”, finalizou o magistrado.

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros