Segunda-feira, 22 de Junho de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Política Segunda-feira, 22 de Junho de 2026, 13:53 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Segunda-feira, 22 de Junho de 2026, 13h:53 - A | A

"A CÉSAR O QUE É DE CÉSAR"

Margareth Buzetti critica palanque de Lula na ferrovia e sai em defesa de Jayme Campos; veja vídeo

A suplente no Senado cobrou destaque na cerimônia de entrega da primeira etapa dos trilho da Rumo ao trabalho do colega de bancada

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

A suplente ao Senado, Margareth Buzetti (PSD), criticou a tentativa do governo federal de utilizar a entrega da primeira etapa da ferrovia estadual Senador Vicente Emílio Vuolo, em Dom Aquino, como palanque político do presidente Lula (PT). Buzetti questionou a falta de reconhecimento aos esforços do senador Jayme Campos (União Brasil) em conjunto com o ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) para viabilizar a execução dos trilhos.

O posicionamento de Buzetti chama atenção pelo fato de a suplente integrar a base do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e, ao mesmo tempo, defender Jayme Campos, adversário político de Pivetta nas eleições de 2026.

LEIA MAIS: Pivetta afirma que vai cobrar para avanço da ferrovia estadual até Cuiabá; veja vídeo

"Foi um evento de campanha do governo federal e foi um evento de campanha do PT, mas dá a César o que é de César. O senador que trabalhou para que essa ferrovia saísse do papel foi o senador Jayme Campos, junto com a equipe do ex-governador Mauro Mendes e do atual governador Otaviano Pivetta", disse a suplente nesta segunda-feira (22).

Buzetti acompanhou a cerimônia realizada pela Rumo no último sábado (20). O presidente Lula era aguardado, mas uma agenda na França impediu sua participação, e o presidente em exercício, Geraldo Alckmin (PSB), representou o governo federal na inauguração.

A suplente também criticou um trecho do discurso de Alckmin, que mencionou a taxa de juros de 12% no contexto de crédito para caminhoneiros.

"O senhor tem ideia de como está a vida do caminhoneiro? É suicídio 12%", disparou Buzetti.

A linha de crédito citada pela suplente é ofertada pelo programa Move Brasil. Por meio do BNDES, o governo federal liberou R$ 2 bilhões para caminhoneiros autônomos, com juros que variam entre 11% e 12% ao ano. O prazo de pagamento pode chegar a até 10 anos. 

VEJA VÍDEO

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros