O investigador da Polícia Civil Manoel Batista da Silva, réu por estuprar uma detenta na delegacia de Sorriso (400 km de Cuiabá), passará por audiência de instrução e julgamento na próxima quinta-feira (11). O processo tramita na 2ª Vara Criminal da comarca e ele está preso preventivamente desde fevereiro, época em que o crime ocorreu.
Manoel, de 52 anos, foi indiciado pelos crimes de estupro e abuso de autoridade após as investigações policiais. De acordo com o inquérito, a vítima estava custodiada na unidade policial no momento do crime, em razão do cumprimento de um mandado de prisão temporária. O inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) para o prosseguimento da ação penal.
O Ministério Público destacou que o investigador obrigou a vítima a praticar sexo oral, beijou a vítima, além de tocar e beijar seus seios. Ele ainda teria rasgado as roupas dela “mediante grave ameaça”, incluindo dizer que iria matar os familiares da vítima.
Após a exposição do caso, outras supostas vítimas de violência sexual começaram a aparecer. No caso específico da última vítima, exame pericial constatou a presença do DNA do policial na mulher que sofreu o abuso, o que foi fundamental para decretar sua prisão.
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