Segundo Teerã, a ação envolveu o míssil Qadir e drones de ataque Shahed Dana e ocorreu durante operações para combater o que classificou como "atos de hostilidade, perturbações marítimas e tentativas de apreensão de embarcações comerciais e petroleiros" pelos EUA. O governo iraniano afirma que, após os disparos de advertência, os destróieres americanos DDG-103 e DDG-87 deixaram o Mar de Omã em direção ao Oceano Índico.
O comunicado também informa que outras embarcações americanas, incluindo unidades associadas ao grupo de combate do porta-aviões George W. Bush e o navio de assalto anfíbio USS Tripoli, foram forçadas a se afastar da área após operações conduzidas nos últimos dias.
A manifestação ocorre horas depois de o Comando Indo-Pacífico dos Estados Unidos (USINDOPACOM) informar que forças americanas realizaram uma operação de interdição marítima e inspeção da embarcação MT Davina, descrita como um navio apátrida sancionado, no Oceano Índico. Em comunicado, os EUA afirmaram que continuarão a aplicar medidas de fiscalização marítima para interromper redes ilícitas e interceptar embarcações que forneçam apoio material ao Irã.
Após as alegações iranianas, o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) negou que forças de Teerã tenham disparado contra navios de guerra americanos ou forçado qualquer recuo de embarcações dos EUA. Em publicação na rede social X, o comando classificou a versão iraniana como "falsa" e afirmou que um ataque contra unidades da Marinha americana representaria uma "grave violação" do cessar-fogo em vigor.
"As forças dos EUA continuam operando livremente nas águas da região enquanto aplicam integralmente o bloqueio em andamento contra o Irã", afirmou o Centcom.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.







