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Justiça Quarta-feira, 24 de Janeiro de 2024, 14:35 - A | A

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Quarta-feira, 24 de Janeiro de 2024, 14h:35 - A | A

ABORDAGEM NO FLORAIS

Delegado que ameaçou "explodir" cabeça de mulher é indiciado por abuso de autoridade e injúria

Caso aconteceu em novembro de 2022 e ganhou as manchetes em virtude de um vídeo que mostrou a violência com que Fabíola Cassia Garcia Nunes foi abordada

RAYNNA NICOLAS
Da Redação

O delegado Bruno França foi indiciado por abuso de autoridade e pelo crime de injúria no caso da prisão de Fabíola Cassia Garcia Nunes, no condomínio Florais dos Lagos, em novembro de 2022. Na ocasião, o policial entrou na casa da mulher e ameaçou 'explodir' a cabeça dela na frente de uma criança quatro anos de idade. As 'sequelas' do episódio fizeram com que a família trocasse Cuiabá pelo litoral paulista. 

Depois de ser tratada com extrema violência, Fabíola Cassia Garcia Nunes foi conduzida à Central de Flagrantes por ter descumprido medida protetiva contra o enteado de Bruno França, da qual ela alega não ter sido intimada antes da abordagem truculenta. 

LEIA MAIS: Delegado filmado invadindo casa no Florais dos Lagos pede afastamento da Polícia Civil

O imbróglio começou em outro condomínio de luxo onde, em tese, o enteado de Bruno teria agredido o filho adolescente de Fabíola. O menino, porém, nega que tenha participado das agressões. Diante da situação, Fabíola, o esposo e seus dois filhos se mudaram para o Florais dos Lagos. 

Uma visita do enteado do delegado a um amigo no Florais dos Lagos serviu de estopim para a prisão de Fabíola, sob a acusação de estar 'perseguindo' o adolescente e ter quebrado a medida protetiva em favor dele. Apesar de validar o flagrante, a Polícia Civil reconheceu que a abordagem de Bruno França foi absolutamente desproporcional. 

"Por meio do Laudo Pericial de áudio e vídeo, dada a voz de prisão à Sra. Fabíola, nota-se que a autoridade policial adotou um comportamento desproporcional ao que competia aquela situação, passando a constrangê-la, mediante grave ameaça, submetendo-a a situação vexatória e constrangimento não autorizado em lei", diz trecho. 

Por outro lado, os laudos e provas testemunhais colhidas ao longo do inquérito não corroboraram para a versão de que o delegado tenha arrombado a porta da casa de Fabíola. As evidências dão conta de que a porta estava aberta no momento em que deu-se início à ação violenta. Com isso, o delegado Guilherme Berto Nascimento Fachinelli deixou de indiciar Bruno França por invasão, mas imputou a ele abuso de autoridade e o crime de injúria.

 

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