"Se os dados estatísticos não indicarem sinais claros de uma desaceleração econômica, acredito que é desejável elevar a taxa básica de política monetária o mais cedo possível", afirmou em um evento promovido por um grupo empresarial na província japonesa de Kagoshima.
Masu, que votou a favor da decisão de manter os juros na última reunião, disse que não via necessidade de se apressar em apertar a política monetária naquele momento.
Ele também ponderou que a alta nos preços de combustíveis e produtos químicos pode não ser temporária e pode levar a um aumento generalizado de preços de bens e serviços.
Segundo ele, um choque do petróleo agora provavelmente terá um impacto mais significativo no dia a dia dos consumidores do que teve nos anos 1970, porque as pessoas dependem muito mais de produtos plásticos do que dependiam há 50 anos.
"O que é vital daqui para frente é garantir que, por meio de aumentos oportunos e apropriados da taxa básica, a taxa de inflação subjacente não ultrapasse 2%", acrescentou. Fonte: Dow Jones Newswires.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
(Com Agência Estado)
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