Nesta quinta, antes da audiência pública sobre a proposta, Prates afirmou que ainda está em aberto se as novas regras valerão já neste ano ou se serão escalonadas. "Isso não está fechado. Nós devemos fechar entre segunda e terça com o presidente da Câmara Hugo Motta e com o presidente da comissão especial Alencar Alencar Santana", informou o parlamentar.
"Aprendi na vida que se compartilha as decisões para se compartilhar as responsabilidades", acrescentou. A PEC, confirmou Prates, será "a mais enxuta possível", abarcando os pontos "inegociáveis", como a redução da jornada semanal máxima de 44 para 40 horas, sem redução dos salários, deixando as especificidades para um projeto de lei.
Prates salientou que a proibição de redução salarial estará expressa em seu relatório. "A partir daí, conversamos sobre qualquer coisa, não há veto ao debate", assegurou o deputado, acrescentando que vai discutir a proposta, ainda nesta quinta, com o setor produtivo, em reunião na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
O relator disse que será um desafio "hercúleo" chegar a um consenso que garanta os 308 votos necessários na Câmara para a aprovação da PEC. "Mas nós vamos encontrar um texto médio", afirmou o deputado.
(Com Agência Estado)
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