A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), compareceu a Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), desta quinta-feira (14), para registrar uma denúncia. Flávia afirmou que o suposto crime foi cometido pelo presidente da Câmara, Wanderley Cerqueira (MDB), reconduzido ao cargo em votação na mesma manhã em que a prefeita foi a delegacia.
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O teor da infração ainda não foi revelado por Moretti, mas nota da Prefeitura associan o ato ao Decreto nº 0022/2026, que autorizou a abertura de crédito adicional suplementar de R$ 215 mil em favor da Câmara. Segundo a assessoria, o decreto foi feito sem seguir a legislação, descumprindo a previsão orçamentária.
A anulação do decreto foi publicada pela prefeita nessa quarta-feira (13). Uma sindicância foi aberta por Moretti para identificar o servidor que protocolou o documento no sistema, dando como autorizado.
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No mesmo dia em que a suspensão foi formalizada, Wanderley Cerqueira e outros 11 vereadores foram alvo de uma denúncia anônima ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), suspeitos de cometerem uma série de crimes como ameaças, extorsão, chantagem, corrupção e cárcere privado.
A denúncia aponta suspeitas de crimes como ameaça, extorsão, chantagem, corrupção e cárcere privado. Conforme noticiado pelo HNT, os parlamentares teriam permanecido reunidos em uma chácara pertencente ao vereador Dr. Miguel Junior, localizada no distrito da Guia, supostamente com o objetivo de articular votos para a eleição da Mesa Diretora da Câmara.
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