De acordo com o banco, os destaques positivos do ano foram, especialmente, o incremento da margem financeira, obtido principalmente através do reposicionamento do mix de produtos com maior spread, a redução das despesas com provisões trabalhistas, fiscais e cíveis e o resultado favorável de outras receitas e despesas operacionais.
Por outro lado, o desempenho foi impactado pelo comportamento negativo das perdas líquidas esperadas associadas ao risco de crédito, em linha com o aumento da inadimplência observada no cenário econômico regional, e pelo moderado aumento das despesas administrativas, além do consequente efeito tributário.
A carteira de crédito alcançou o saldo de R$ 64,309 bilhões em março de 2026. O crédito comercial, a maior carteira, totalizou R$ 39,189 bilhões e corresponde a 60,9% do total de operações de crédito. Segundo o banco, no trimestre, o portfólio comercial registrou aumento na Conta Empresarial (+15,5%), Conta Única Rural (+8,8%), Conta Única PJ (+6,1%) e crédito pessoal (+5,1%), bem como incrementos em linhas de renegociação PF e PJ.
O patrimônio líquido alcançou R$ 11 bilhões ao final de março de 2026, 1,3% superior a dezembro de 2025, refletindo especialmente a incorporação dos resultados gerados, o pagamento de juros sobre o capital próprio e o provisionamento de dividendos.
O total em ativos, no mesmo período comparativo, demonstrou estabilidade, alcançando o saldo de R$ 163,539 bilhões. As aplicações em tesouraria totalizaram R$ 75,848 bilhões, 1,6% superiores a dezembro de 2025.
(Com Agência Estado)
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