"Os serviços acabam demorando um pouco mais para responder aos efeitos da política monetária. Alguns componentes, como passagem aérea, já são esperados terem variação positiva. É mês de férias", lembrou Gonçalves.
O pesquisador acrescenta que o subitem também exerceu pressão sobre a inflação ao longo do ano de 2025, assim como transporte por aplicativo. Em dezembro, houve ainda pressão de demanda em serviços como cabeleireiro e barbeiro (1,28%), depilação (1,01%) e manicure (1,14%).
"Teve pressão maior por conta das festas de fim de ano", justificou Gonçalves. "A desocupação está em baixa, a renda da população está um pouco mais alta. Então a população acaba consumindo um pouco mais esses serviços, e isso acaba influenciando um pouco mais essa inflação. E em dezembro tem pagamento de 13º salário."
Os preços de itens monitorados pelo governo saíram de uma alta de 0,21% em novembro para deflação de 0,22% em dezembro.
No acumulado em 12 meses, a inflação de serviços passou de 5,96% em novembro para 6,01% em dezembro. A inflação de monitorados em 12 meses saiu de 5,33% em novembro para 5,28% em dezembro.
(Com Agência Estado)
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