Ainda no discurso, Lane ressaltou que as decisões de juros do BCE devem levar em consideração não apenas a trajetória mais provável para a inflação e a economia, mas também os riscos e incertezas envolvidos, inclusive por meio do uso apropriado de análises de cenários e de sensibilidade.
Lane também defendeu a união monetária da zona do euro. Para ele, as mudanças estruturais que a Europa enfrenta podem ser interpretadas como choques comuns e, embora cada país possa enfrentar desafios específicos, forças como as revisões do equilíbrio geopolítico global, inteligência artificial (IA) e as mudanças no sistema financeiro internacional têm implicações "amplamente semelhantes em todos os Estados-Membros da União Europeia (UE)".
"Nessas circunstâncias, uma união monetária funciona como um mecanismo de coordenação integrado, permitindo que uma política monetária comum responda de maneira eficaz à evolução de tendências e choques comuns", explicou Lane. "As mudanças estruturais identificadas são indiscutivelmente mais fáceis de gerir num sistema monetário de maior escala", acrescentou.
(Com Agência Estado)
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