Em nota à imprensa, a Fiesp pontua que participou ativamente das negociações nas últimas décadas, e avalia que, embora não seja perfeito, o acordo chegou a um texto possível para conciliar interesses de 31 países.
"Para a Fiesp, o trabalho de verdade começa agora. Caberá a todos nós inovar, melhorar a produtividade e buscar incessantemente a excelência da porta para dentro das fábricas, onde já fazemos frente aos competidores europeus. E trabalharemos para assegurar a isonomia competitiva que permita ao empreendedor nacional prosperar e tirar o máximo proveito das oportunidades que o acordo oferece", escreveu Paulo Skaf.
A avaliação da entidade é de que o acordo é abrangente e mudará substancialmente a forma com que as empresas dos dois blocos fazem negócios, importam, exportam e investem entre si.
A Fiesp pondera que o acordo ainda precisa ser assinado e ratificado pelo Congresso brasileiro e pelo Parlamento Europeu para que os pilares econômico e comercial passem a vigorar.
(Com Agência Estado)
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