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Polícia Sexta-feira, 09 de Janeiro de 2026, 22:01 - A | A

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Sexta-feira, 09 de Janeiro de 2026, 22h:01 - A | A

RECLAMOU DE AGRESSÃO

Faccionado acusado de executar sargento da PM pede para não ser transferido para MT

Raffael Amorim de Brito teve prisão preventiva mantida pela Justiça do Rio e será recambiado para Cuiabá, onde responde por quatro mandados de prisão.

DA REDAÇÃO

 

Raffael Amorim de Brito, apontado como o responsável pelos disparos que mataram o sargento da Polícia Militar Odenil Alves Pedroso, em maio de 2024, em Cuiabá, pediu para não ser transferido para Mato Grosso. A informação foi divulgada pelo Olha Jurídico, que teve acesso aos autos da audiência de custódia realizada na capital do Rio de Janeiro. 

Apesar do pedido, a Justiça manteve a prisão preventiva do faccionado, que deverá ser recambiado para a capital mato-grossense, onde responde por quatro mandados de prisão expedidos pelas Primeira, Segunda e Oitava Varas Criminais de Cuiabá, além de um quarto mandado da Quarta Vara Criminal de Várzea Grande.

A decisão sobre o recambiamento agora cabe ao juízo da Vara de Execuções Penais. No entanto, conforme já adiantado pela reportagem, há uma previsão positiva para o atendimento do pedido feito pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), para que o criminoso seja transferido para Cuiabá nos próximos dias.

Raffael permaneceu foragido por quase dois anos e estava escondido no Complexo do Alemão, onde teria recebido abrigo de integrantes do Comando Vermelho. Ele foi preso na última quarta-feira (7), após sair da comunidade para cometer um roubo a uma residência no município de Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

Durante a audiência, o suspeito afirmou ter sido espancado por policiais civis e militares no momento da prisão. Segundo relato registrado em decisão da Justiça do Rio, ele alegou ter sido agredido com chutes, socos e “sacoladas” nas costelas ainda na rua, na presença de populares.

Ele também afirmou que, dentro da viatura e na delegacia, teve uma sacola colocada na cabeça, o que o fez desmaiar diversas vezes. No entanto, Raffael não soube identificar os policiais envolvidos e não apresentava marcas visíveis das supostas agressões no momento da audiência.

A juíza Priscilla Macuco Ferreira, da Central de Audiência de Custódia da Capital, determinou a realização de um novo exame de corpo de delito para apurar as alegações de violência, mesmo sem a existência de laudo anterior que comprove as agressões.

A prisão em flagrante foi convertida em preventiva nesta sexta-feira (9). Assim que a transferência for autorizada, Raffael será conduzido para Mato Grosso para cumprir os mandados de prisão e responder pelo assassinato do sargento da PM.

 

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