Um mês antes de ser preso, Rafael Amorim de Brito, acusado de ser o assassino do sargento Odenil Alves Pedroso, enviou uma mensagem para um policial militar debochando dos esforços das forças de segurança de Mato Grosso, que tentavam capturá-lo a mais de um ano.
Em vídeo publicado na sua rede social, o soldado Harlon Vargas relatou que havia compartilhado nas suas redes sociais um cartaz de "procura-se" com a foto de Rafael. O que ele não esperava é que Rafael fosse procurá-lo, no WhatsApp.
"Apaga minha foto dos seus status. Nunca vai me pegar. CV tá na rua", dizia a mensagem, enviada por um número com DDD 21, do Rio de Janeiro, e com o nome de usuário "DALESTE.RL.MT".
Na postagem, o soldado comemorou a "queda" de Rafael, preso na última quarta-feira (7), em uma operação realizada pelas polícias de Mato Grosso em parceria com as forças de segurança do Rio de Janeiro.
Ele estava escondido no Complexo do Alemão, um conjunto de favelas dominado pela facção Comando Vermelho.
Nessa quinta-feira (8), a Justiça do Rio de Janeiro autorizou o recambiamento de Rafael para Mato Grosso.
Mais cedo, o secretário de Segurança Pública, coronel César Roveri, disse que a intenção é que o acusado seja colocado na ala de segurança máxima da Penitenciária Central do Estado (PCE).
O ASSASSINATO
No dia 28 de maio de 2024, o sargento Odenil Alves Pedroso realizava serviço extra nas proximidades da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Morada do Ouro, em Cuiabá, quando foi atingido por disparos efetuados por um homem em uma motocicleta. Após os tiros, o autor fugiu levando a arma do policial.
Odenil foi socorrido em estado grave, encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá e submetido a cirurgia, mas não resistiu. Ele integrava o 3º Batalhão da PM desde 1998.
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