O cenário também é influenciado por falas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Ele afirmou que o Irã informou aos EUA que não está cobrando taxas de navios no Estreito de Ormuz e que, se a informação for falsa, as negociações serão interrompidas.
Trump também negou envio de recursos a Teerã e disse que eventuais fundos sob controle americano podem ser usados para compras de alimentos dos EUA, em meio às tratativas entre os dois países.
No foco dos investidores, estão os dados de inflação PCE nos EUA e a sinalização mais dura do Fed, após a manutenção dos juros na semana passada. No Brasil, há também um compasso de espera pelo IPCA-15 e o Relatório de Política Monetária, ambos com divulgação amanhã.
O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que espera aceleração da economia norte-americana sem pressão inflacionária relevante e defendeu a manutenção de um dólar forte mesmo com cortes de juros pelo Fed. Bessent destacou que a força do dólar depende mais do crescimento econômico do que do nível dos juros.
Às 9h48, o dólar à vista apresentava máxima a R$ 5,2202, com alta de 0,63%.
(Com Agência Estado)
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