Ao comentar o adiamento da visita ao capitão reformado na "Papudinha", Tarcísio reforçou que tratou-se apenas de uma "questão de agenda". Ele destacou ainda que irá encontrar Bolsonaro na próxima quinta-feira, 29.
"O tribunal atribui uma data, pode acontecer de naquela data não ser possível. Eu tinha uma razão pessoal, pedi outra data ao Supremo. Já foi autorizada", disse o governador. "Eu estarei lá para dar um abraço no meu amigo Jair Bolsonaro, uma pessoa por quem eu sou muito grato, que reconheço muito, que tenho grande apreço e afeição."
Em coletiva de imprensa após entrega habitacional no município de Embu das Artes (SP), Tarcísio também salientou que sempre foi coerente em seu discurso e que possui um compromisso com São Paulo. Ele ressaltou que é leal ao ex-presidente Bolsonaro, e que o capitão reformado era seu candidato até ele indicar Flávio. O governador afirmou ainda que irá ajudar Flávio na campanha.
"O que vai acontecer em abril? Nada. Eu vou continuar tocando o barco, não vou apresentar carta de renúncia, não vou me desincompatibilizar", continuou. "Qualquer coisa diferente disso é especulação."
Sobre o eventual pedido de Bolsonaro na visita para que ele se esforce mais na campanha de Flávio, Tarcísio afirmou que nunca houve pressão de Bolsonaro e que seu relacionamento com a capitão sempre foi de amizade. "A única coisa que ele me pediu foi para ser candidato ao governo de São Paulo."
(Com Agência Estado)
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