Em entrevista ao SBT News, Malafaia afirmou que Tarcísio deve ser o nome da direita na disputa pelo Palácio do Planalto. Na avaliação do pastor, a candidatura de Flávio Bolsonaro "não empolgou a direita". Segundo ele, derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) exige a formação de uma frente que reúna centro e direita - articulação que, em sua leitura, Tarcísio teria mais capacidade de liderar.
A troca de críticas teve início depois que Figueiredo publicou em seu perfil no X considerar "triste" que Malafaia tenha apostado no 'cavalo errado", em referência ao apoio ao governador paulista.
Na sequência, Malafaia recorreu ao X para rebater. Classificou o influenciador como 'frouxo e falastrão que não suporta ideias contrárias' e ironizou que 'fácil é ficar nos EUA atacando o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, e aqueles que pensam diferente".
Em seguida, Figueiredo reagiu com ironia. Disse que Malafaia teria ficado "doído com a primeira verdade que ouviu" e acrescentou que "pitis" desse tipo não o afetam.
Malafaia voltou a reagir e desafiou Figueiredo para um debate. Na sequência, citou o avô do influenciador, o ex-presidente João Figueiredo, ao afirmar que ele foi ministro nos governos Emílio Garrastazu Médici - a quem o pastor classificou como "o maior torturador de todos" - e Ernesto Geisel, que, segundo Malafaia, não "suportava opiniões contrárias".
Paulo Figueiredo respondeu afirmando que aceitava o debate e ironizou o pastor ao dizer que Malafaia confundiu seu avô, o ex-presidente João Figueiredo, com seu pai, que, segundo o influenciador, era civil.
O confronto entre o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo é o segundo envolvendo aliados do bolsonarismo nas últimas semanas. Antes, Malafaia havia atacado a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) por divulgar nomes de pastores e igrejas citados em investigações sobre descontos ilegais em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
(Com Agência Estado)
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