A Vale informou, em fato relevante, que já havia suspendido as atividades na unidade desde 25 de janeiro, dia do acidente. A paralisação também foi determinada na última sexta-feira, 6, pela Justiça de Minas Gerais.
A decisão da Justiça Federal proíbe a mineradora de realizar novas operações na área afetada, permitindo apenas ações emergenciais de prevenção, contenção, estabilização ou fiscalização.
Além disso, a Justiça ordenou o bloqueio dos direitos de exploração mineral da unidade junto à Agência Nacional de Mineração (ANM). Isso significa que a empresa não pode vender ou transferir a permissão de exploração desta mina para terceiros, servindo como uma garantia para o pagamento de indenizações e recuperação da área degradada, conforme o Ministério Público Federal.
"A Vale esclarece que os extravasamentos registrados nas unidades de Fábrica e Viga, em janeiro de 2026, não têm qualquer relação com as barragens da companhia na região. As estruturas permanecem em condições de segurança inalteradas e sob monitoramento contínuo, 24 horas por dia, sete dias por semana", disse a Vale em fato relevante.
"As causas dos eventos seguem sendo apuradas de forma técnica, estruturada e transparente. A prioridade da companhia permanece sendo a proteção das pessoas, das comunidades e do meio ambiente. A Vale continua a cooperar com as autoridades e está executando ações de remoção de sedimentos e limpeza das áreas afetadas, conforme seus compromissos. A companhia manterá o mercado informado sobre qualquer desdobramento material, em conformidade com a regulamentação aplicável."
(Com Agência Estado)
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