"Defendo acordos justos e, portanto, acordos que incluam salvaguardas e respeitem o clima enquanto alcançam o que queremos para a economia. É um acordo desatualizado e mal negociado", criticou. O presidente francês foi um dos líderes mais vocais contra o acordo e informou pessoalmente à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, que o país votaria contra o pacto comercial entre os blocos.
Ainda na questão comercial, Macron disse que a União Europeia (UE) não pode "relaxar" sobre possíveis novas ameaças de aumento tarifário, sem mencionar explicitamente os EUA, levando em consideração o "estado de instabilidade permanente". Para ele, diante da possibilidade de crises, instabilidade e imprevisibilidade, a melhor abordagem é reduzir os riscos e dependência, bem como tomar decisões pelos próprios europeus, ao invés de esperar pela próxima crise.
O mandatário da França disse ter uma abordagem "profissional" com o seu homólogo dos EUA, Donald Trump, e mencionou ser sempre "respeitoso e previsível, mas não fraco". "Nunca insultei os EUA, seu povo ou seus líderes. Mas quando há agressão flagrante, não devemos nos curvar nem tentar chegar a um acordo. Tentamos essa estratégia por meses, e não funciona", acrescentou.
(Com Agência Estado)
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