Terça-feira, 23 de Junho de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Brasil Terça-feira, 23 de Junho de 2026, 18:30 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Terça-feira, 23 de Junho de 2026, 18h:30 - A | A

Haddad diz que Jaques Wagner atuou contra o Banco Master

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

Fernando Haddad (PT), ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo de São Paulo, saiu em defesa do senador Jaques Wagner (PT) - investigado pela Operação Compliance Zero, que apura a fraude financeira envolvendo o Banco Master.

Em declarações à Folha de S.Paulo, Haddad afirmou que pode atestar pessoalmente a atuação de Wagner no Senado para travar os interesses da instituição financeira fraudulenta. A Polícia Federal (PF) apura se o senador usou sua atuação parlamentar para favorecer o Master.

O ex-ministro disse ter pedido a Wagner que orientasse a bancada a votar contra a chamada "Emenda Master", proposta pelo senador Ciro Nogueira (PP-PI) para ampliar a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Haddad disse ainda estar à disposição para depor sobre o episódio caso seja necessário.

O discurso de Haddad repete o da defesa de Jaques Wagner. Na segunda-feira, 22, o senador apresentou recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF) para anular a operação de busca e apreensão em suas moradias. O argumento é que houve "erros graves" na ação.

Em nota, o gabinete do senador também afirmou que Jaques Wagner se posicionou contra a "Emenda Master".

A fala marca uma mudança de tom em relação à postura de Haddad logo após a operação. Na ocasião ele disse esperar que a Justiça fosse feita, além de lamentar caso "uma pessoa próxima" tivesse cometido algum erro.

A Compliance Zero apura fraudes envolvendo o Banco Master e o PT da Bahia, os vínculos do ex-banqueiro Daniel Vorcaro e a suposta participação de Wagner no esquema. A PF suspeita que o senador recebeu um imóvel de R$ 2,5 milhões em Salvador e pagamentos de propina que somam R$ 3,5 milhões.

(Com Agência Estado)

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros