O senador Wellington Fagundes (PL) não rejeitou a proposta do colega de bancada Jayme Campos (União Brasil) para compor aliança à majoritária. Jayme expôs uma suposta conversa com Fagundes em que teriam articulado a projeção de sua esposa e ex-prefeita de Várzea Grande, Lucimar Campos (UB), a vice na chapa de Wellington. Fagundes não confirmou se fez a ligação para Jayme e o teor da conversa. Apenas disse que o vice é a última conjectura a ser definida entre os partidos coligados após as convenções.
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"Eu comecei minha vida junto dele (Jayme Campos). Se tiver que ter discussão, se dá lá na frente, de forma bem clara. Serão os partidos que vão compor a coligação, que vai definir qual coligação, com quem e quais pessoas compor, tanto vice-governadoria, como também as suplências de senadores, então, isso será lá na frente. Nomes agora podem aparecer, pode ser discutido, mas a consolidação, principalmente da vice-governadoria, é praticamente na última hora", falou
Wellington Fagundes nesta quarta-feira (4).
Se tiver que ter discussão, se dá lá na frente, de forma bem clara
O vice na chapa de Wellington estará entre os tópicos que será discutidos com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A visita do senador à Papudinha, em Brasília, foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e ocorre em 7 de março.
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A tendência é que a negociação com Jayme não avance, uma vez que não foi bem recebida no diretório do PL de Mato Grosso que associa o senador com a esquerda, mesmo com suas reiteradas tentativas de se descolar dos apoiadores do presidente Lula (PT).
Além disso o acordo com o senador seria unilateral, Jayme não traria o União Brasil consigo, mantendo ativa a candidatura de outro oponente de Wellington vinculado ao UB, o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), cujo nome é defendido pelo governador Mauro Mendes (União Brasil) que tem isolado Jayme no grupo.
Enquanto o cenário ainda está indefinido, Wellington ganha tempo, deixando a decisão sobre o vice para depois das convenções, programadas entre 20 de julho e 5 de agosto, conforme o calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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