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Política Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2026, 16:48 - A | A

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SILÊNCIO NO GABINETE

Wellington Fagundes ignora aliança ventilada com Jayme para não levar 'pito' de Valdemar

O senador segue recomendação dos 'caciques' do partido para não alimentar polêmicas e correr o risco de perder o apoio da nacional

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

O senador Wellington Fagundes (PL) manterá o silêncio até segunda ordem sobre aliança ao governo ventilada pelo colega de bancada, Jayme Campos (União Brasil). Conforme apurado pelo HNT, Wellington quer evitar represálias do diretório estadual e da nacional, uma vez que os dois senadores, em tese, trataram da projeção da ex-prefeita de Várzea Grande, Lucimar Campos (União Brasil), a vice-governadora na chapa da extrema-direita. A suposta composição foi desaprovada por parte dos conservadores. O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), foi o primeiro a reagir contra, ressaltando que "Lucimar não é da direita".

LEIA MAIS: Troca-troca: Jayme admite apoio a Wellington e ventila Lucimar como vice

Jayme trouxe à tona a proposta, segundo ele, "feita" por Wellington na última semana. Fagundes, que vinha em frequentes aparições na imprensa, se afastou dos holofotes, reaprecendo discretamente apenas na concentração da 'Caminhada da Liberdade', promovida em Brasília, nesse domingo (25), pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). Após, ele se encontrou com Abilio que se posicionou sobre as falas de Jayme e o aconselhou a se afastar para que sua imagem não fosse associada ao senador e seu irmão, o deputado estadual Júlio Campos (União Brasil), a quem o prefeito de Cuiabá atrela à esquerda.

Wellington corre o risco de perder o apoio da nacional a sua pré-candidatura. Para ser avalizado pelo partido, Fagundes fez uma construção demorada que lhe custou meses de conversa até o presidente nacional, Valdemar Costa Neto, 'ungi-lo' como nome à majoritária do partido.

Um dos entraves que o senador precisou enfrentar foi a fama de 'melância' entre os bolsonaristas de Mato Grosso que já lhe rendeu vaias em atos do PL, inclusive, sobre a presença do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). O passado de Wellington o denuncia. O fato de ter no currículo o cargo de coordenador de campanha da ex-presidente Dilma Roussef (PT) é um dos episódios que testemunham contra ele e germ resistência entre os conservadores raiz.

O deputado estadual, Gilberto Cattani (PL), foi um dos correligionários que tentou puxar o tapete do senador. Ele defendia que Wellington "ficasse no Senado" e abrisse espaço para que o barão do agronegócio, Odílio Balbinotti Filho (sem partido), fosse o candidato da sigla. Odílio até ensaiou, mas não suportou o jogo político, optando por recuar, deixando o caminho livre para Wellington.

Diante do histórico frágil quanto a sua imagem no PL, Wellington segue as recomendações dos caciques do partido, adotando o completo silêncio, pelo menos, por enquanto.

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