Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Brasil Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2026, 17:30 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2026, 17h:30 - A | A

Advogado acusado de 95 crimes e suspeito de ajudar facção na PB tem punição mantida pelo STJ

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O advogado Ennio Alves de Sousa Andrade Lima, suspeito de cometer crimes por, ao menos, 95 vezes - entre eles, falsidade ideológica e corrupção ativa - teve as medidas cautelares mantidas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) nesta quinta-feira, 29. Em junho de 2024, Ennio foi proibido pela Justiça de exercer a advocacia e de frequentar estabelecimentos prisionais, medida adotada em razão das suspeitas de que ele integraria uma organização criminosa. A defesa alega que a duração prolongada das restrições a Ennio 'configura antecipação da pena, o que viola o princípio da presunção da inocência'.

Segundo o Ministério Público, o advogado teria utilizado o acesso às unidades prisionais para obter benefícios penais a líderes de facções presos na penitenciária de Cajazeiras, na Paraíba, a cerca de 475 quilômetros de João Pessoa.

O Estadão busca contato com a defesa de Ennio. O espaço está aberto.

Para a acusação, sob o pretexto de atuar como advogado de presos, Ennio usaria documentos falsos - laudos médicos, certidões carcerárias, declarações de trabalho ou estudo - para obter vantagens como prisão domiciliar e remição de pena, recebendo, em contrapartida, elevadas quantias de dinheiro disfarçadas de honorários.

No pedido de habeas corpus submetido ao STJ, a defesa de Ennio sustenta que "os motivos que fundamentaram as medidas cautelares não mais subsistem e que não há risco atual e concreto à instrução criminal ou à aplicação da lei penal".

A defesa pondera que a suspensão do exercício profissional 'vem causando prejuízos desproporcionais' ao réu e que 'o monitoramento eletrônico poderia ser substituído por medidas menos gravosas'.

O mérito do habeas corpus será analisado pela Sexta Turma, sob relatoria do ministro Antonio Saldanha Palheiro.

(Com Agência Estado)

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros