O primeiro suplente de vereador e atual secretário de Relações Institucionais da Capital, Felipe Corrêa (PL), adotou um tom de cautela e diplomacia ao comentar a crise que envolve o vereador Chico 2000 (sem partido). Corrêa afirmou que, por ser o substituto direto na linha sucessória da Câmara, prefere não se manifestar sobre a cassação ou o afastamento do colega. Chico foi afastado esta semana, após a deflagração da operação Gorjeta, na qual ele é apontado como articulador de um suposto esquema de "rachadinha" em emendas parlamentares.
"Não é ético da minha parte jogar pedra ou ficar empurrando ninguém do precipício. Eu sou o substituto natural, me sento na cadeira quando ele sai", declarou Correa.
"Confio nos meus colegas para que tenham o discernimento e a compreensão da percepção da sociedade em relação ao papel do Legislativo", completou.
Apesar da cautela sobre o destino de Chico 2000, Felipe Correa não esconde o entusiasmo com a volta ao parlamento.
Hoje, ele atua como a ponte entre o Palácio Alencastro e a Câmara, e acredita que sua presença no plenário facilitará a aprovação dos projetos da gestão Abilio Brunini. "Falei com o prefeito ontem: ‘estou voltando para casa, mas estamos juntos’”, revelou.
O suplente, ainda comentou que já planeja retirar do papel propostas que iniciou em outras passagens pelo Legislativo.
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