O governador Mauro Mendes (União) comentou a movimentação que sacudiu a direita brasileira na última semana, a migração de Ronaldo Caiado, governador de Goiás, para o PSD. Mendes admitiu que a saída de Caiado do União Brasil não estava no radar imediato, mas compreendeu a estratégia.
Ele destacou que no PSD, Caiado se junta a outros dois nomes de peso, os também governadores Ratinho Jr., do Paraná, e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul. E o trio deve disputar internamente quem será o rosto do partido para o Planalto.
“Ele escolheu um novo caminho e isso tem que ser respeitado. Eles vão construir um projeto e parece que, ao final, sairá um candidato. Isso mexe no tabuleiro político, mas vejo com naturalidade”, afirmou Mendes.
Apesar de agora estarem em partidos diferentes, Mendes fez questão de destacara a admiração e o bom relacionamento que mantém com Caiado, chamando sua conduta de "ilibada" e "coerente".
ENTRE GOVERNADORES E HERDEIRO DO PL
A direita vive um momento inédito com a pulverização de candidaturas presidenciais, mas sem um nome definido. A estratégia de múltiplos candidatos para uma possível aliança num afunilamento futuro, mediante pesquisas, ou até em segundo turno, já foi tratada por políticos da direita, incluindo um dos pré-candidatos à disputa presidencial, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo).
Enquanto os outros partidos pensam estratégia, o principal expoente da direita brasileira, o PL, do ex-presidente Jair Bolsonaro, fortalece a pré-candidatura, do “filho 01” o senador Flávio Bolsonaro (PL).
Atualmente, as pesquisas indicam o presidente Lula (PT) liderando as intenções de voto tanto no primeiro quanto em um eventual segundo turno.
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