No segundo trimestre, a Qualcomm espera receita entre US$ 10,2 bilhões e US$ 11 bilhões, abaixo dos US$ 11,11 bilhões esperados pelos analistas. A empresa projetou lucro ajustado por ação entre US$ 2,45 e US$ 2,65, também abaixo das estimativas de Wall Street de US$ 2,90.
A crescente demanda por soluções de memória em data centers de inteligência artificial (IA) está gerando incertezas de curto prazo no fornecimento e nos preços para fabricantes de celulares. Como resultado, as empresas estão adotando uma abordagem cautelosa no planejamento de seus negócios. "Observamos que vários fabricantes, especialmente na China, tomaram medidas para reduzir seus planos de produção de celulares e o estoque nos canais de distribuição", apontou.
"Nossas projeções para o próximo trimestre refletem os sinais mais recentes desses clientes, que incluem a redução dos pedidos de chipsets, alinhada às suas expectativas reduzidas para os planos de produção de celulares. A consequente escassez de memória em todo o setor e os aumentos de preços provavelmente definirão a escala geral do setor de celulares ao longo do ano fiscal", afirma a Qualcomm.
Às 18h34 (de Brasília), as ações da Alphabet recuavam 9,40% no after hours de Nova York.
(Com Agência Estado)
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