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Política Quinta-feira, 19 de Maio de 2016, 08:44 - A | A

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Quinta-feira, 19 de Maio de 2016, 08h:44 - A | A

EM NOVA YORK

Taques fala de mudanças estruturais em governo Temer

REDAÇÃO

O governador Pedro Taques foi recebido na tarde desta quarta-feira (18.05) na Universidade de Columbia, em Nova York, uma das mais tradicionais universidades norte-americanas, por representantes de instituições acadêmicas, empresariais e voltadas à governabilidade para discutir a atual situação política e econômica do Brasil. Na ocasião, Taques defendeu a inserção de Mato Grosso na busca por soluções para os desafios. “Nosso estado quer e tem potencial para se conectar com o mundo”, afirmou.

 

Assessoria

Pedro Taques NY

Governador Pedro Taques na Universidade de Columbia, em Nova Iorque

O chefe do Executivo mato-grossense analisou o novo momento político, com o presidente interino Michel Temer, como uma oportunidade para que mudanças estruturais sejam implementadas, entre elas as reformas previdenciária e tributária. Ele também destacou a necessidade de que um novo pacto federativo seja discutido para que estados subnacionais como Mato Grosso, que são responsáveis por equilibrar a balança comercial do país, não sejam penalizados pelo que classifica como “má distribuição do bolo tributário”.

 

Outra questão apontada como essencial pelo governador foi a aprovação imediata de uma reforma política. “O novo governo tem um gap, isto é, um espaço para concretizar as mudanças que refletirão diretamente na vida das pessoas, mas isso é possível com a atual composição do Congresso Nacional? Creio que, agora, o governo deixará de ser ideológico e passará a ser lógico, o que se apresenta como um significativo avanço”, analisou.

 

Cumprindo agenda em Nova York desde terça-feira (17.05) em busca de novos investimentos, Taques voltou a endossar as potencialidades de Mato Grosso, notadamente as voltadas ao agronegócio, no sentido de contribuir com a economia do país e com a consequente geração de empregos.

 

“Um estado com o nosso precisa ter o aval para estabelecer relações internacionais. Em 2050, segundo indicadores da Organização das Nações Unidas, seremos 9 bilhões de pessoas no planeta, o que representará a necessidade de 60% a mais de alimentos, dos quais 40% virão do Brasil. Desse total, Mato Grosso será responsável por 50%. Enquanto o mundo está pensando em como substituir o petróleo, nós estamos preocupados em como podemos contribuir com o mundo, por meio do que produzimos, de proteínas vegetais e animais”, completou o governador.

 

Para o professor doutor da Universidade Columbia, Marcos Troyjo, o “Estado de Transformação” pregado pelo governador Pedro Taques foi mostrado durante a reunião na Universidade da Columbia. “Discutimos agregação de valores, tecnologias, utilização da plataforma do agronegócio em conjunto a outros setores em prol da inserção de Mato Grosso no cenário mundial. Esse debate mostra que o Estado está preparado para os grandes desafios da globalização, podendo se tornar um dos principais motores da economia brasileira”, afirmou o professor.

 

Para Rui Prado, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), que também participou do encontro, unir o setor agropecuário com outras áreas é essencial para o desenvolvimento da região centro-oeste do Brasil. “Uma reunião como esta traz um quadro geral de como está o país e o estado, nos leva a pensar no progresso da região centro-oeste e de Mato Grosso. Para nós, produtores rurais, é muito importante discutir a economia e a política do nosso país, além da interação com outros segmentos.

É importante agirmos como um todo pelo progresso”.

 

Ainda para discutir a situação econômica do centro-oeste brasileiro, também participou do encontro o secretário de Estado de Gestão e Planejamento de Goiás, Thiago Peixoto, levando as questões econômicas discutidas no encontro do Brasil Central, que ocorreu em Cuiabá no dia 19 de abril. Com o mesmo objetivo, também esteve presente o presidente do Fórum Nacional Sucroenergético, André Rocha.

 

Parcerias

 

Danielle Diniz, representante da Universidade e responsável pelo Columbia Global Center, escritório da instituição localizado no Rio de Janeiro, manifestou interesse em expandir o trabalho já realizado no Brasil, que é o de cultivo relações e concretizar uma rede de parceiros na área pública e na iniciativa privada, com o objetivo de transitar informações e estudos que dizem respeito ao Brasil em Columbia.

 

Além de Pedro Taques, também participaram da reunião os secretários de Estado de Desenvolvimento Econômico e de Assuntos Estratégicos, Seneri Paludo e Gustavo de Oliveira, respectivamente; Marcos Troyjo, professor doutor da Universidade de Columbia; Danielle Diniz, professora da Universidade de Columbia; Nelson Piccoli (Famato); Rui Prado (Famato/Senar); Alex Utida, (produtor rural); Thiago Peixoto, secretário de Estado de Gestão e Planejamento de Goiás; Odílio Balbinotti Filho (TMG); Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE); Alexandre de Marco ( Ampa-MT); Daniel Feffer, do  ICG Brazil; Antenor Barros Leal, conselheiro do Instituto Millenium; Pedro Neves, presidente do Lide Mato Grosso; e Pedro Rodrigues (CBIE).

 

Negócios

 

A comitiva do Governo de Mato Grosso que cumpre agenda nos Estados Unidos, se reuniu ainda nesta quarta-feira (18) com um grupo que trabalha no intermédio de parcerias de negócios e comerciais entre países. No caso de Mato Grosso, o foco foi o mercado asiático.

 

Segundo o governador a proposta é estreitar laços com os países da Ásia para expandir relações econômicas, especialmente com a China, que atualmente é o maior comprador dos produtos mato-grossenses oriundos do agronegócio.

 

Em 2015, mais de US$ 65 bilhões em investimentos da China no Brasil foram anunciados, dos quais apenas 30% foram concretizados, fato que enseja confiabilidade por parte dos potenciais investidores para com o local onde possam investir.

 

“Daí a importância de reuniões como essa”, explicou Pedro Taques, completando que “uma maior aproximação com Ásia não se faz necessária apenas para expandir nossa capacidade de venda daquilo que produzimos, mas também para que eles possam vir a Mato Grosso e lá se instalarem, gerando emprego, renda e pagando impostos cujos recursos serão devolvidos em investimentos para a população”, finalizou Pedro Taques.

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Carlos Nunes 19/05/2016

Tá certo que a Dilma tem que sair...depois que o Procurador do TCU disse, na comissão do Senado, que houve crime de responsabilidade, fraude, contas maquiadas, contabilidade destrutiva, e outras aberrações, não tem mais nenhuma dúvida disso. Mas é o Temer? A gente esperava que ele fizesse só um plano econômico emergencial 2016/2018, para dar um fôlego à Economia, afundada pelo PT, e levasse o barco da Nação até 2018, quando ocorrem a eleição presidencial. Para fazer esse plano emergencial, teria que responder só a uma pergunta: O QUE É MELHOR PARA O POVO BRASILEIRO? Aí entra o Henrique Meirelles, e quer meter os pés pelas mãos. Agora não é o momento de fazer reforma estrutural nenhuma, nem mexer na Previdência, ou nos direitos trabalhistas; não é o momento nem de aumentar impostos, criar CPMF, porque o povo não aguenta mais a alta carga tributária. Todos esses assuntos devem ser debatidos, na próxima campanha eleitoral, em 2018, aonde os candidatos, para serem eleitos, apresentarão as propostas em cada tema desses, e nós, os eleitores, os verdadeiros donos do Poder, vamos escolher a melhor opção. Agora nas propostas apresentadas pelo Henrique Meirelles, está quase tudo errado; por exemplo, um telejornal disse que vai fazer a reforma estrutural na Previdência, porque em 2050 vai ficar impagável. Ora, 2050 está longe a beça, e em 2018, algum candidato a presidente pode apresentar um proposta inusitada para resolver o problema. Dizem que tem jeito prá tudo, só não tem para a morte. Aí teria que alertar o Temer, pare imediatamente de seguir as ideias do Meirelles, senão o seu governo não vai durar muito...vai ser impopular a beça; tem que tocar o barco só pensando em 2016 a 2018; o resto a DEUS pertence. Querem passar, por exemplo, a idade mínima de aposentadoria da mulher, que hoje é de 60 anos, para 65; será que as mulheres brasileiras, que representam quase 52% dos eleitores brasileiros, vão aceitar isso? Isso é para ser debatido na campanha eleitoral de 2018; é um assunto muito sério, para um Henrique Meirelles decidir.

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