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Polícia Quarta-feira, 19 de Novembro de 2025, 19:00 - A | A

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Quarta-feira, 19 de Novembro de 2025, 19h:00 - A | A

FINGIU SER ANESTESISTA

Delegado interrompe consulta e manda prender médico residente em Cuiabá

Profissional teria atuado como anestesista sem possuir título; caso ocorreu nesta quarta-feira (19)

DA REDAÇÃO

O delegado Pablo Carneiro, da Delegacia de Estelionatos de Cuiabá, deu voz de prisão ao médico residente Gilmar Silvestre de Lima durante uma consulta no Hospital HBento, na tarde desta quarta-feira (19). O profissional é acusado de atuar como anestesista mesmo sem possuir a especialização.

Segundo informações do site Folhamax e Midianews, Carneiro afirmou que procurou a unidade para uma consulta pessoal e foi surpreendido ao ser atendido por Gilmar, já que o agendamento indicava que a responsável seria uma médica. Ainda durante o atendimento, o residente teria conduzido toda a anamnese, realizado exames e preenchido fichas nos campos destinados ao profissional especialista.

Segundo o delegado, o médico assinou inclusive o espaço reservado ao anestesista, embora não tenha utilizado carimbo. Desconfiado da situação, Carneiro consultou o sistema do Conselho Regional de Medicina e constatou que Gilmar não tem registro de especialidade, estando apenas em formação.

“Verifiquei que ele não possui título e fui informado de que ainda cursa residência. Ele não poderia se apresentar, em nenhum momento, como anestesista”, relatou.

Gilmar é formado pela Universidad de Aquino, na Bolívia, com diploma revalidado pela Universidade de Brasília (UnB). De acordo com o Conselho Federal de Medicina (CFM), apenas médicos com residência concluída ou aprovados em prova de título podem anunciar-se como especialistas, conforme o Decreto nº 8.516/2016.

Após a abordagem, o residente foi levado a uma delegacia de Polícia, ouvido e liberado.

Posicionamento da Polícia Civil

Em nota, a Polícia Civil informou que o profissional foi encaminhado para prestar esclarecimentos e que o procedimento segue em andamento.

“O profissional foi ouvido e liberado, bem como testemunhas foram arroladas e serão ouvidas nos próximos dias. A Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá instaurou procedimento para apurar os fatos.”

A médica que deveria conduzir o atendimento no hospital não estava presente no momento da consulta.

O caso permanece sob investigação.

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