O governador de Mato Grosso e candidato à reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos), minimizou a vantagem de mais de 10 pontos percentuais contra seu principal adversário ao pleito, Wellington Fagundes (PL), em levantamento divulgado pela Paraná Pesquisas na quarta-feira (9) e afirmou que apenas o resultado das urnas determinará o vencedor da eleição. Em entrevista nesta quinta-feira (10), o governador disse que não costuma comentar levantamentos eleitorais.
“Eu não comento pesquisa porque não sou eu que faço, entendeu? Então, pesquisa que vale é a urna”, afirmou Pivetta.
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Apesar de evitar atribuir maior peso ao levantamento, o governador reconheceu que o resultado o deixou satisfeito, principalmente em meio à rotina de viagens e compromissos de campanha. Pivetta afirmou que tem trabalhado ao lado da candidata a vice, Gisela Simona (União Brasil), para conquistar apoio e disputar a reeleição.
“Eu fico feliz porque estou cansado. Você chega no final do dia tendo um bom comentário. Eu estou trabalhando, eu e a Gisela estamos trabalhando para isso, para ganhar a eleição. Mas cada dia tem uma pesquisa diferente”, declarou.
O gestor também afirmou que prefere avaliar o desempenho da campanha a partir da receptividade que encontra durante as agendas pelo interior do Estado. Como exemplo, citou uma passagem por Sinop, onde, segundo ele, recebeu o apoio de Rosana Martinelli (MDB), suplente de senadora, que teria passado a integrar a coordenação de sua campanha no município.
“Então, eu quero acreditar que por onde eu vou, a gente é bem recebido, hoje foi Sinop. Eu me animo por todas as lideranças lá. A Rosana, que é a suplente da senadora, declarou apoio, está na coordenação da nossa campanha lá em Sinop. Isso é muito simbólico, muito forte. São revelações muito fortes porque é manifestação voluntária dela”, afirmou.
Com 40,8% das intenções de voto, o levantamento divulgado pela Paraná Pesquisas apontou avanço de Pivetta na disputa pelo Governo de Mato Grosso em comparação com a pesquisa anterior. O resultado passou a ser utilizado pela campanha como sinal de crescimento na corrida eleitoral, enquanto o governador mantém o discurso de que o desempenho nas ruas e, principalmente, o resultado das urnas serão os indicadores definitivos da disputa.
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