Política Terça-feira, 28 de Junho de 2022, 11:40 - A | A

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ELEIÇÕES 2022

Neri Geller rechaça palanque misto na disputa ao Senado

Deputado federal reforça que tem compromisso de apoiadores para chegar à vitória

RAFAEL COSTA
Da Redação

Divulgação

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O pré-candidato ao Senado, deputado federal Neri Geller (PP), rechaçou a possibilidade de integrar um palanque misto na disputa ao Senado, o que implicaria em dividir um palanque na qual estariam o senador e candidato à reeleição Wellington Fagundes (PL) e a candidata ao Senado, estreante na política, médica e empresária Natasha Slhessarenko (PSB).

A declaração foi dada em entrevista à imprensa na tarde de segunda-feira (27), após participar de solenidade no Palácio Paiaguás.

Pelo entendimento fixado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a mesma coligação para governador do Estado poderá ser repetida numa disputa ao Senado.

Em um segundo cenário, poderá ser feita uma coligação para governador e uma candidatura avulsa ao Senado. Em uma terceira hipótese, os partidos poderão não firmar uma aliança ao governo do Estado e firmar coligações diferentes ao Senado.

“Como que vai (sic) subir dois candidatos ao Senado no mesmo palanque? Não dá para disputar uma eleição com um adversário do lado. Isso é confundir o eleitor e dificultar a apresentação de propostas diversas a de outro grupo político”, declarou.

Geller ainda disse que está disposto a consolidar seu projeto político, que já agrega apoio expressivo de vereadores e prefeitos diante do caráter municipalista que seu mandato assumiu na Câmara dos Deputados.

“Tenho que acreditar no meu potencial e no grupo político que está comigo. Eu sempre falei bem claro que vou cuidar da minha eleição. No mandato de deputado federal, sempre atendi vereadores e prefeitos para fazer o investimento chegar na ponta. Também ajudei muito o governador Mauro Mendes com a destinação de recursos, quando não havia dinheiro em caixa do Estado, para patrocinar investimentos. Tenho certeza de que o meu projeto é bom para o Estado”, concluiu.

JURISPRUDÊNCIA

Numa sessão administrativa realizada no dia 21 deste mês, o pleno do TSE decidiu que partidos coligados para concorrer ao governo do Estado não podem fazer outra aliança para o cargo de senador. Por maioria de votos, os ministros mantiveram a jurisprudência da Corte no sentido de vedar a possibilidade de que as agremiações que se uniram para disputar a vaga de governador formem coligações distintas com o intuito de concorrer ao Senado.

No entanto, caso a coligação não abranja as duas vagas (governador e senador), o Tribunal autorizou os partidos a lançarem candidaturas próprias – fora da aliança – para o cargo remanescente. Assim, também foi confirmada a possibilidade de uma agremiação, sem integrar qualquer coligação, lançar candidata ou candidato ao cargo de senador individualmente.

A decisão foi tomada durante a análise de uma consulta formulada pelo deputado federal Waldir Soares de Oliveira (PSL-GO, atual União Brasil).

 

 

 

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