A vereadora por Cuiabá Michelly Alencar (União Brasil) declarou apoio à abertura de comissão processante contra o vereador Chico 2000 (sem partido), destacando que a medida não representa uma condenação antecipada, mas sim uma oportunidade para "elucidar os fatos" no âmbito da Operação Gorjeta. Michelly ressaltou que a abertura do procedimento seguirá um rito legal dentro da Câmara e assegura amplo direito de defesa ao investigado.
“Quando a gente fala em abertura de comissão processante é uma coisa, quando a gente fala de cassação é outra coisa. Nós não estamos condenando, estamos fazendo o nosso papel legal”, disse ao HNT TV Entrevista.
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A vereadora pontuou que, caso o pedido do ex-juiz federal Julier Sebastião da Silva (PT), advogado da ex-vereadora Edna Sampaio (PT), atenda aos requisitos jurídicos e tenha parecer favorável da Procuradoria da Câmara, o processo deve seguir, com prazo de até 90 dias para coleta de informações e manifestação da defesa.
A parlamentar também citou que as investigações ganharam repercussão pública e mencionou que parte das apurações teria se originado a partir de dados extraídos do celular do vereador. Para Michelly, a situação pede uma resposta à sociedade, ainda mais por essa ser a terceira operação em que Chico é alvo.
"Depois, dependendo do relatório, se avalia se cabe cassação ou não. Neste momento, a Câmara precisa investigar", concluiu.
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