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Política Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2026, 22:03 - A | A

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Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2026, 22h:03 - A | A

ERRO EM DIVISA

Max admite erro em "anexação" do novo Hospital Júlio Müller a Leverger

Presidente da ALMT admite erro técnico em traçado de divisas e articula com Wilson Santos retorno de bairros e do hospital à jurisdição da capital.

ALINE COÊLHO
DA REDAÇÃO

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (PSB), confirmou uma falha no traçado das novas divisas territoriais entre Cuiabá e Santo Antônio do Leverger aprovada no final de 2025. De acordo com o parlamentar, a divisória não está correta e precisa de ajustes urgentes para evitar que o novo Hospital Júlio Müller e dois bairros da capital e mudem de cidade "no papel".

Segundo Russi, o projeto original, de autoria do deputado Wilson Santos (PSD), pretendia consolidar o Morro de Santo Antônio como território de Leverger para fomentar o turismo local, o que é consenso entre os parlamentares. No entanto, a execução técnica do traçado avançou sobre áreas urbanas de Cuiabá.

"A linha da divisória não é uma linha correta. Não concordamos que dois bairros de Cuiabá sejam retirados da capital. Precisamos ajustar o início e o fim da divisa por marcos naturais, como um rio ou um morro, para não termos problemas no futuro", explicou.

O ponto mais sensível do debate é o Novo Hospital Universitário Júlio Müller. Com as obras avançadas e previsão de conclusão para dezembro de 2026, a unidade é uma das maiores promessas para a saúde pública do estado.

Na terça-feira (10), Max recebeu a visita do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL) para uma reunião para debater o tema. Segundo o deputado, o gestor municipal não concorda que dois bairros sejam retirados da capital, e o parlamentar endossou “eu também não concordo que dois bairros de Cuiabá sejam retirados da cidade.”

Se a lei não for alterada, o hospital, historicamente ligado à capital, passaria a pertencer a Santo Antônio do Leverger. Fato que encontra resistência em gestores municipais e estaduais, como o prefeito Abilio Brunini (PL) e o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, os dois questionam a capacidade financeira do município para a administração da unidade. 

CORREÇÃO

Max ainda contou a imprensa que Wilson Santos coordenará uma reunião na próxima sexta-feira (13) com técnicos para refazer o mapa que alterou a divisão dos municípios.

Uma nova proposta deve ser apresentada ao plenário na próxima semana. 

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