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Política Segunda-feira, 17 de Junho de 2024, 11:05 - A | A

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Segunda-feira, 17 de Junho de 2024, 11h:05 - A | A

DEU NA VEJA

Ligação de Blairo para Lula 'pesou' para "MP do Fim do Mundo" ser retirada de pauta

'Barão' do agronegócio de MT fez críticas ao presidente da República sobre possíveis baixas nas compensações do PIS e Cofins previstas por meio da Medida Provisória

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

O ex-governador de Mato Grosso e acionista da Amaggi, Blairo Maggi (PP), ligou para o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para reclamar sobre a Medida Provisória nº 1.227/2024, apelidada de "MP do Fim do Mundo". A matéria retirava parte das compensações do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). Segundo matéria publicada pelo site da revista Veja, Blairo destacou a Lula que a exportação de grãos seria afetada. 

Lula repassou o apelo de Blairo ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que ligou para o 'barão do agro'. O ministro tentou convencê-lo que a exportação não sofria impactos negativos, porém, os argumentos não foram suficientes. Dias após as conversas, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), devolveu a MP ao governo federal.

"O ministro alegou que exportadores, como o grupo de sua família, não seriam prejudicados, ao contrário da versão corrente. Não convenceu", cita trecho da reportagem da Veja.

Mas Blairo não foi o único a pressionar Lula. O presidente do Conselho de Administração do grupo Cosan, Rubens Ometto, também pediu que a  discussão em torno da MP fosse enterrada. Ometto frisou para Lula que multicionais brasileiras com operações específicas aos combustíveis atravessariam perdas gigantescas, uma vez que a medida provisória elevaria os preços da gasolina, do etanol e diesel. A previsão de algumas entidades, como o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e de Lubrificantes do Distrito Federal (Sindicombustível-DF), é que a variação do preço nas bombas fosse de 3% a 7%.

Ometto externou o seu descontentamento com o governo Lula publicamente, em evento do Grupo Esfera, em 8 de junho. Conforme a Veja, o presidente do Conselho da Cosan reclamou pelo governo querer "taxar tudo". Haddad rebateu em reunião da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA) na última terça-feira, mas o Congresso acabou cedendo a pressão do setor e não votou a MP. 

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