O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD), esteve em Cuiabá nesta terça-feira (14) e comentou sobre o imbróglio em torno do Fethab (Fundo de Transporte e Habitação). Faváro admitiu as dificuldades enfrentadas pelo setor de agroindústria, mas afirmou que desconhece a economia do estado.
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Criado originalmente para asfaltar estradas e construir casas, o fundo é alimentado por uma taxa paga pelos produtores sobre cada tonelada de soja, gado ou algodão comercializada. Com a arrecadação expressiva de mais de R$ 3 bilhões em 2025, o produtor reclamava sobre o peso da carga tributária.
Em resposta, o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) anunciou o congelamento das alíquotas do Fundo, bem como a não renovação do Fethab 2, criada em 2016 com o objetivo de reforçar o caixa estadual em períodos de crise financeira.
Ao comentar o superávit das contas estaduais, Fávaro adotou um tom crítico, mas afirmou desconhecer os números. “Eu não conheço a economia do estado, não sei como estão as finanças do estado, dizem que está muito bem”, declarou.
O ministro defendeu a atuação de Pivetta, e afirmou que o governo precisa ter sensibilidade para aliviar a carga tributária quando o mercado não vai bem.
“Agora o setor agropecuário passa por grandes dificuldades. O governo não pode ficar com o pé no pescoço dos agricultores arrecadando muito e tirando renda do campo”, completou Fávaro.
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