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Política Segunda-feira, 13 de Abril de 2026, 16:01 - A | A

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Segunda-feira, 13 de Abril de 2026, 16h:01 - A | A

MINIMIZA RACHA NO PL

Wellington vê apoio de Mauro a Pivetta como "natural", mas defende renovação com seu nome

Em entrevista, senador do PL comenta a sucessão ao Governo de MT e revela que Valdemar Costa Neto busca reaproximação entre líderes da direita após troca de críticas na cúpula nacional

BIANCA MORTELARO
Da redação

O senador e pré-candidato ao governo do Estado, Wellington Fagundes (PL), declarou “naturalidade” ao apoio de Mauro Mendes (UB) à reeleição do atual governador Otaviano Pivetta (Republicanos). Em entrevista ao Metrópoles, nesta sexta-feira (10), Fagundes também minimizou os embates entre o deputado federal Nikolas Ferreira e o presidenciável Eduardo Bolsonaro na cúpula nacional da sigla.

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Indagado sobre o apoio do ex-governador Mauro ao projeto de reeleição de Pivetta, Wellington classificou como ‘natural’, já que ambos compartilharam o governo por 8 anos, mas ressaltou que sua candidatura representaria uma renovação ao cargo.

“Ele já está tendo a oportunidade de ser governador. Já foi 8 anos, eu acho que agora é a hora de renovação, de avanços, por isso que eu me apresento como pré-candidato”, declarou.

RACHA NO PL NACIONAL?

Diante do cenário de atrito entre os aliados Eduardo Bolsonaro e Nikolas Ferreira, após Eduardo criticar o baixo engajamento de Nikolas na candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência da República, Wellington minimizou elogiando o deputado federal e afirmando que divergências são naturais.

“Nikolas é um fenômeno, é jovem, talentoso e que demonstra hoje uma liderança inconteste, né? E o PL também é o maior partido do Brasil. Então, é natural que tenha divergências e isso é muito bom para democracia”.

O conflito expôs um racha na direita brasileira entre a fidelidade total dos aliados à família Bolsonaro. Fagundes argumenta que, após uma reunião entre Valdemar Costa Neto, presidente da legenda, e Flávio Bolsonaro reaproximará os candidatos durante a campanha de eleições de 2026.

“Quando todo mundo pensa igual ou quer seguir apenas a uma orientação, isso não é partido, isso não é democracia. Então, eu respeito muito a diversidade de pensamento. Inclusive, o nosso presidente Valdemar vai agora nos Estados Unidos conversar com Eduardo, exatamente para que todo esse trabalho de aproximação seja feito e para que a gente entre na campanha todos nós unidos”, explicou.

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